Mães fazem ‘Hora do Mamaço’ em várias cidades do país

Por Giovanna Balogh
Mulher amamenta o filho (Foto: Beatriz Takata/Bia Fotografia/www.biafotografia.com.br)
Mulher amamenta o filho (Foto: Beatriz Takata/Bia Fotografia/www.biafotografia.com.br)

No dia 2 de agosto mães em várias cidades vão se reunir para participar da Hora do Mamaço, um evento em comemoração à  Semana Mundial de Aleitamento Materno, que é celebrada entre os dias 1 e 7 de agosto.  O evento é idealizado pela comunidade do Facebook “Aleitamento Materno Solidário” e está na sua terceira edição. No ano passado, 45 cidades e alguns países participaram da iniciativa que tem o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância do leite materno para o bebê.

Em São Paulo, o evento vai acontecer na Casa das Rosas, na avenida Paulista. Já no Rio, será na lagoa Rodrigo de Freitas. A programação completa das cidades pode ser conferida no blog do evento. A pedagoga Simone de Carvalho, fundadora do grupo de apoio Aleitamento Materno Solidário, diz que qualquer mulher pode organizar o evento em sua cidade, ou seja, basta reunir algumas amigas em um ponto turístico, cadastrar os dados no blog oficial e depois enviar cinco fotos para as organizadoras. As imagens que são tiradas pelas participantes são utilizadas para fazer um vídeo como ocorreu nas últimas duas edições (veja vídeo abaixo).

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Simone comenta que neste ano o evento será feito com fotos em formatos ‘selfie’. As imagens também serão usadas para serem compartilhados nas redes sociais com mensagens sobre a importância do leite materno para o bebê. “Queremos criar memes para se tornar viral no Facebook. Vamos usar frases de impacto que chamem à atenção”, comenta.

A recomendação do Ministério da Saúde e da OMS (Organização Mundial da Saúde) é que o aleitamento materno seja feita de forma exclusiva até os seis meses e como complemento até os dois anos ou mais.

Durante o evento, também será divulgado um manifesto para colher a assinatura dos participantes sobre a “Lei de Proteção à Mãe que Amamenta: em qualquer hora em qualquer lugar”. A ideia é conseguir  100 mil assinaturas para que o projeto seja enviado ao Congresso Nacional. Atualmente, foram recolhidas cerca de 9.500 assinaturas.